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Foi por você...

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Somos filhos de um Rei, o Dono do universo. Herdeiros de tudo o que o Pai possui, mas toda prosperidade é pouco comparada as riquezas eternas que ele nos proporcionou ao expiar por nós

Jesus Cristo ficou nesta terra durante 33 anos nos ensinando como viver, como amar, como alcançar a salvação dentre muitas outras coisas. Foi traído, sofreu, sofreu e sofreu. Pediu ao Pai que lhe passasse aquele cálice, mas se submeteu à vontade de seu Rei, pois sabia que seria necessário. E por amor. Por amar a mim e a você. Foi pregado numa cruz, após longa caminhada de tortura e dor. Vestido de sangue e espinhos, três dias passou em um sepulcro, para no fim vencer a morte. Mas por que tudo isso? Para que tanto sofrimento?
 
O propósito do sofrimento de Jesus
O Senhor derramou seu sangue para que ocorresse a remissão de nossos pecados. O sacrifício e ressurreição de Jesus nos purifica, liberta e alivia - "Vinde a mim todos os que estais cansados (...) e eu vos aliviarei" (Mateus 11:28) - regenera, restitui, vivifica, restaura, alegra, ressuscita, dignifica e perdoa os pecados da humanidade.

2ª-feira da 3ª Semana da Páscoa

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Esforçai-vos não pelo alimento que se perde, mas pelo alimento que permanece até a vida eterna.
+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São João 6,22-29


Depois que Jesus saciara os cinco mul homens,
seus discípulos o viram andando sobre o mar.
22No dia seguinte, a multidão
que tinha ficado do outro lado do mar
constatou que havia só uma barca
e que Jesus não tinha subido para ela com os discípulos,
mas que eles tinham partido sozinhos.
23Entretanto, tinham chegado outras barcas de Tiberíades,
perto do lugar onde tinham comido o pão
depois de o Senhor ter dado graças.
24Quando a multidão viu
que Jesus não estava ali,
nem os seus discípulos,
subiram às barcas
e foram à procura de Jesus, em Cafarnaum.
25Quando o encontraram no outro lado do mar,
perguntaram-lhe:

Mensagem de Páscoa - Dom Jaime

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DA ARQUIDIOCESE DE NATAL
POR OCASIÃO DA PÁSCOA DO SENHOR DE 2015

AOS PRESBÍTEROS, AOS DIÁCONOS, ÀS PESSOAS CONSAGRADAS E A TODOS OS FIÉIS LEIGOS

Saudações vibrantes! Cristo Ressuscitou!
É ele a razão de nossa alegria! Aleluia!

No momento em que celebramos o mistério da Páscoa de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, verdade central e princípio motivador da fé cristã, somos instados a buscar à concretude da graça pascal com um olhar de co-responsabilidade no exercício da cidadania. Como nos diz o beato Paulo VI: “A ação política dos cristãos é forma exímia e eminente de caridade”. Nesse espírito de caridade, convidamos todo o Povo de Deus, e cada fiel batizado em Jesus Cristo, homens e mulheres de boa vontade, para nos unirmos em favor do Brasil e do Povo brasileiro.

Todos sabemos dos graves problemas que se abateram sobre o Estado Brasileiro, diante da revelação dos graves casos de corrupção, operados por agentes políticos com a participação de setores empresariais, que, juntos, lapidaram o patrimônio público construído pelo trabalho suado de homens e mulheres de bem que honram a pátria brasileira.

A crise estabelecida – e alimentada pelos inimigos da democracia – traz à luz as mazelas históricas ainda presentes nas práticas de alguns que usurpam do poder político para se locupletarem do bem comum.

A conduta e atitudes de alguns, eivadas e alimentadas por práticas de corrupção, principalmente para macular o processo eleitoral brasileiro, há tempo adornam o noticiário cotidiano. Entretanto, sempre foram negligenciadas ou relativizadas pela opinião pública.

Jesus Ressuscitou, e está entre nós!

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Jesus, o Filho amado, morreu na cruz por nós, para que pudéssemos ser livres do pecado. Essa é a história mais incrível, mais admirável, mas, sobretudo, a história mais chocante que já testemunhara a humanidade. Morrera inocente, aquele que fez por nós maravilhas; o promotor da paz que é fruto da justiça.

O Pai nos ama de tal maneira, que deixou Jesus ser humilhado, maltratado, crucificado, morto, apesar de nossa insensibilidade que nos fez olhar para Jesus como se ele fosse um impostor, um mentiroso.

A humanidade continua cega, insensível, incapaz de olhar para si, criatura de Deus, que fora criada a partir do amor, e perceber que viver é apaixonante; fazer o bem é o melhor esporte; praticar a justiça leva a festa da paz; e que Jesus Cristo é o verdadeiro alimento, a verdadeira comida e verdadeira bebida. “O caminho, a verdade, e a vida” (Jo 14, 6); o caminho que não traz infelicidade, o caminho do amor que jamais nos decepcionará. Nesse caminho há dificuldades, porém há a grande certeza do cêntuplo.

Ai de mim, ai de você se tivéssemos de levar as chicotadas, se tivéssemos de morrer na cruz. Com certeza, não teríamos força suficiente para suportar e carregar a culpa de uma multidão, e acima de tudo levar cusparadas no rosto como se fosse um bandido, um malfeitor. Não suportaríamos ver o próprio sangue escorrendo pelo chão, os pregos transpassando a mão. Jesus resistiu.

Diferença entre orar e rezar – as "vãs repetições"

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ASSIM COMO atestam Michaellis, Aurélio e todos os dicionários da língua portuguesa, os termos orar e rezar são sinônimos. Aliás, é importante notar que essa duplicidade de termos que expressam uma mesma realidade é característica de nossa língua pátria. Em inglês, por exemplo, o verbo to pray significa exatamente o mesmo: orar ou rezar, tanto faz. Em italiano, usa-se a palavra pregare, que poderia ser traduzida como "suplicar" e que tem o mesmo sentido de orar ou rezar em nosso idioma.

No desenvolvimento do português, – esta língua tão complexa, – surgiram muitos termos sinônimos, como: andar e caminhar; experimentar e experienciar; trabalhar e laborar; alimentar e nutrir; orar e rezar, etc, etc... De fato, não há absolutamente nenhuma razão para se diferenciar radicalmente os termos orar e rezar. Na Santa Missa, por exemplo, o sacerdote tanto usa a expressão "oremos" quanto, – na oração dos fiéis ou na homilia, – pode dizer "rezemos". Infelizmente, porém, de algum tempo para cá, muitos "pastores" andam imaginando que têm autoridade para mudar a língua portuguesa, e por conta própria vem "ensinando" a pessoas simples e despreparadas que existe uma grande diferença entre orar e rezar.

E assim, sem pensar, grande parte dos nossos irmãozinhos afastados assume essa ideia equivocada. Pior: como de costume, considerando-se os únicos entendedores da Bíblia Sagrada, essas pessoas são rápidas em nos acusar por conta deste assunto: criou-se a esdrúxula ideia de que "rezar" seria repetir "vãs palavras", enquanto que "orar" seria, verdadeiramente, falar com Deus. Analisaremos bem a questão, a seguir. Antes, vejamos o que a própria Escritura tem a dizer sobre questões como esta:

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